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sábado, 11 de fevereiro de 2023

Back That Up to the Beat - Um vazamento e um legado


Back That Up to the Beat faz parte da edição DeLuxe de Madame X e foi lançada como single da Era Celebration Tour em vazamento e formato digital. Escrita por Madonna, Pharrell Williams, BT Hazzard foi produzida por Madonna, Jeff Bhasker, Mike Dean & Pharrell. A música viralizou no TikTok. Há 1 mês, o fato de que esta música inédita / vazada de 2014 da rainha do pop, 40 anos depois de sua carreira se tornar viral em 2022 é a coisa mais aleatória de todos os tempos. 


Madonna vai para os 50 anos de carreira. Se as novas gerações conhecessem o impacto dessa mulher na indústria, respeitariam seu legado. Madonna vai além da música. Ela é a rainha indiscutível do pop!


https://www.4shared.com/folder/fRIqnxMa/Back_That_Up_To_The_Beat.html


domingo, 23 de janeiro de 2022

Batuka - Uma ode as batuqueiras


A descrição deste tema no novo álbum da Rainha da Pop, começa por associar o destacado papel que Cabo Verde teve como uma parte importante do comércio africano de escravos, particularmente para Portugal, o país europeu que colonizou as ilhas.

E Batuque, sendo uma música tradicional, consequentemente foi influenciado por esta experiência. Na verdade, o gênero nem pode ser interpretado como um símbolo contra a opressão, tendo sobrevivido a uma tentativa evidente de ser suprimido pela igreja, segundo as próprias palavras de Madonna. E é a partir desta ambiguidade que ela abraçou particularmente esta canção: Batuque.

À semelhança de outros géneros musicais africanos da época do tráfico de escravos, esta canção tem um forte pendor religioso, diz ainda uma nota explicativa desta composição escrita pela Madonna e um dos seus colaboradores desde os anos 90, o suíço de pai afegão e mãe italiana.


Madonna denuncia injustiças próprias daquela época e faz referência a um velho que vai parar à prisão o que já levanta várias especulações tendo em conta a sua posição crítica às divisões políticas do seu país. Seja como for, personifica um velho tirano da opressão em geral ao qual se opõe.

O forte pendor espiritual/religioso evidencia-se com Madonna e a orquestra Batukadeiras cantando "Aleluia" e "Amém". Segundo a nota do tema, elas não só aludem às suas crenças espirituais, mas também para o fato de que estão empenhadas em algum tipo de uma longa viagem/luta buscando a força divina para superar.

"Batuka" é contra a opressão

Madonna assume-se contra a opressão ou a favor de indivíduos por quem se simpatiza pelo papel desempenhado no passado.
Embora não tenha feito nenhuma referência à Africa, esta faixa musical não deixa de ser influenciada pela música tradicional africana, incentivando aqueles que sofrem de circunstâncias opressivas para continuar na "longa" estrada para a liberdade.

Letras de "Batuka"
Conclusão

Apesar do acima exposto, "Batuka" não é necessariamente uma canção que se concentra inteiramente em resistência. Deixa transparecer, um pouco, "uma experiência religiosa" e "total celebração da vida". Esta canção é um agradecimento à vida pela qual se luta.

fonte:https://www.brava.news/pt/news/madonna-batuka-o-titulo-vem-do-termo-batuque


quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

I Rise - A voz de Madonna pelos oprimidos


“I Rise” traz uma forte conotação política. A faixa traz um trecho de um discurso de Emma Gonzalez, ativista que sobreviveu ao massacre de Stoneman Douglas em Parkland, na Flórida (EUA). No episódio, 17 pessoas foram mortas e 15 ficaram feridas.
Segundo a Rolling Stone, a faixa também é dedicada à comunidade LGBTQ e às pessoas que se sentem marginalizadas. “Eu escrevi a letra como uma forma de dar voz a todas as pessoas marginalizadas, que não tiveram oportunidade de falar o que pensam. Este ano se comemora os 50 anos do Orgulho LGBT e eu espero que essa faixa encoraje todo os indivíduos a serem quem são, a se expressarem e se amarem”, disse Madonna.


Em 19 de junho de 2019, em parceria com a revista TIME, Madonna lança o clipe de I Rise.
Madonna diz que escolheu fazer o videoclipe de “I Rise” para dar voz as pessoas que não são ouvidas.
“Eu escrevi ‘I Rise’ como uma maneira para dar voz a pessoas que estão sendo oprimidas e nem sempre têm a oportunidade de falar o que pensam”. “Pessoas que estão encarceradas, intimidadas, abusadas, abusadas sexualmente ou punidas por suas crenças religiosas.”
Em 29 de novembro de 2019, Madonna's I Rise from Madame X foi lançada como uma edição limitada de 12 ″ single como parte do Black Friday Record Store Day.




https://mega.nz/folder/rhcQSbCY#Md-J2wDmy5YWHVtS6M83aA

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Dark Ballet - uma fusão de música clássica e eletrônica


                 

“Dark Ballet”, contém imensas referências culturais, ao mesmo tempo que critica sociedade e a sua evolução ao longo do tempo. No geral, inspira-se na história de Joana d’Arc, uma heroína que foi decisiva na vitória da França na Guerra dos Cem Anos. No entanto, acabou por ser capturada pelos ingleses, executada por ser mulher e acusada de bruxaria. Com isto, prossegue fazendo críticas à sociedade, nomeadamente à desvalorização da mulher, usando a banda sonora do ballet do Quebra-Nozes.



A música é surpreendente ao misturar o pop com o clássico, os efeitos e as camadas são um espetáculo a parte. A melodia juntamente com a letra, elevam o sentido artístico, e com um discurso anti- patriarcal, Madonna dá espaço para uma mulher trans, negra com HIV representar a personagem que inspirou a música. Criticando os líderes religiosos e políticos o discurso é demonstrado da maneira mais artística o possível. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica.





Crazy - A inédita sanfona em sua discografia



“Crazy” é também sobre uma relação que está a passar por uma má fase. Neste caso, o parceiro de quem Madonna fala não a valoriza e acusa-a de ser ingénua e maluca. Com isto, a cantora abre os olhos e entende que pode fazer jogo psicológico com o outro, usando a sua “fraqueza” como uma estratégia para conseguir o que quer.


Mesmo deslocada do restante da obra, traz de volta o romantismo agridoce e profunda entrega emocional explícita em Bedtime Stories (1994). “Eu dobrei meus joelhos para você como uma oração / Meu Deus, olhe para mim agora / Descasque minha fraqueza, camada por camada / Não sobrou nada para eu continuar“, canta.


God Control - uma crítica armamentista


Faixa mais extensa do disco, God Control é outra composição que reflete o completo experimentalismo da artista. São pouco mais de seis minutos que a cantora parte de vozes em coro para o uso de batidas e temas eletrônicos que lembram a boa fase em Confessions on a Dance Floor. Um misto de passado e presente, estrutura que se completa pela letra da canção, centrada no necessário debate sobre desarmamento.



A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em “God Control” insurgindo como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora.


quarta-feira, 17 de novembro de 2021

SUPER PACK (3 singles) - MADONNA E MALUMA (Uma parceria com muitas possibilidades!)

 


A faixa em questão se trata de uma colaboração com o colombiano Maluma, um dos maiores nomes do pop latino da atualidade. Com isso, “Medellín” é uma canção sexy, quente, que consegue misturar muito bem as novas influências pelo cantor com o pop de Madonna. A colaboração, porém, gerou polêmica desde que foi anunciada. O primeiro ponto levantado é a participação do astro sul-americano, o qual é, constantemente, alvo de críticas – justas – pelo teor machista tanto de suas músicas quanto de suas performances.

 Alguns críticos acharam que parecia muito mais uma participação de Madonna em uma música de Maluma, já outros declaram que a pegada latina chegou com grande atraso ao mercado. No geral, a crítica especializada está elogiando o single, ressaltando o quanto é diferente dos trabalhos anteriores da Madonna. Separamos os destaques!


NME
A faixa é tudo o que queremos de um retorno de Madonna: é renovadora, dá o tom para uma nova era e, se ‘Medellín’ é um indicador do que está por vir, será uma mudança empolgante em relação ao eletro-pop dançante que Madge ofereceu nos últimos tempos.

Variety
Mesmo que a música não seja tão dançante o quanto os fãs estavam esperando, é uma introdução sensual e promissora para a nova era da Madonna.

The Guardian
Medellín é um lembrete poderoso da história hábil de Madonna de trabalhar com gêneros se entrelaçando e uma adição convincente à lista de megastars ocidentais, como Beyoncé e Justin Bieber, conectando-se com artistas de língua espanhola. E, ao contrário da tendência ocasional de seus álbuns mais recentes, ‘MDNA’ e ‘Rebel Heart’, Medellín prova que Madonna está bem preparada para superar as demandas das tendências dos ouvintes atuais, ao mesmo tempo em que traz estilos globais para seu próprio mundo. Para Madonna, parece que a era do streaming pode apenas acelerar sua mudança de forma.

Slant
Vocalmente, Maluma faz a maior parte do trabalho pesado na pista bilíngüe, com versos repletos de insinuações que fazem referência à cidade natal da Colômbia e de Madonna, Detroit. Mas as harmonias açucaradas de Madonna, particularmente durante o refrão empolgante da música, equilibram as partes de Maluma com uma doçura dos sonhos.


Pitchfork
“Medellín” pode acabar sendo um momento maior para Maluma do que para Madonna, mas, no que diz respeito às aventuras semi-recentes da ícone pop, a música fica mais perto do topo do que do fundo. É mais sonoramente contida do que sua fase eletrônica, deixando espaço na produção para detalhes táteis que funcionam muito bem (embora o eco e o Auto-Tune em seus vocais sejam um pouco demais).

 


 BITCH I'M LOKA


Logo de cara, Madonna apresenta Medellín, incensada parceria com Maluma. Radiofônica? Sim! Dançante? Claro. Mas, a essa altura do campeonato, a maior estrela do cenário quer entrar no mundo do reggaeton latino? Ideia escancarada em Bitch I’m Loca, também cantada ao lado do colombiano. Essa parceria fala de uma rainha da balada, com roupas caras e jeito ousado. 


É escancaradamente uma forma de expandir seu público aos mais de 40 milhões de seguidores latinos de Maluma. Os remixes da música são ótimos.


https://mega.nz/folder/C41FxaoA#lZGorvKi4cDl3TqE8teheA

 

SOLTERA


Eu sei que vocês já esperavam por essa canção! "Soltera" fala sobre uma mulher que gosta de estar solteira e curtir a vida assim. Sonoramente eu nem preciso falar muito né? É um feat. com ninguém menos que Madonna! É isso mesmo que vocês leram, a rainha do pop fez participação especial no CD do Maluma. E óbvio que não teria como ficar ruim, sendo a faixa mais eletrônica no disco e a mais espanglês possível. Ficou muito bom. Sem mais, vem ouvir essa música incrível e seus remixes maravilhosos.





                   

Projeto da revista Rolling Stones que traz sempre um artista mais velho e um mais novo, sobre todos os aspectos. Aqui, nesse arquivo, podemos ler na íntegra e em português. Para quem não leu, espero que gostem.




terça-feira, 16 de novembro de 2021

Faz Gostoso - os 13 segundos de solo de Anitta na música com Madonna


 
Em “Faz Gostoso”, Madonna parece fazer uma homenagem ao Brasil trazendo na letra diversas palavras e jargões do país, como “safado”, “cachaça” e mais. O próprio título da música já deixa isso bem claro!

A batida por sua vez, tem uma mistura do pop com funk, e um som que lembra muito o samba próximo ao final… Uma surpresa!

Segundo a revista Variety, uma das revistas de cultura e entretenimento mais respeitadas do mundo, publicou sobre a música:

“Ela (Madonna) e a superstar brasileira Anitta estão juntas em “Faz Gostoso”, cantada majoritariamente na língua nativa de Anitta. É a melhor junção de vozes entre todos os 5 featurings. Anitta oferece de longe a melhor colaboração feminina de toda a carreira de Madonna, deixando para trás até mesmo suas parcerias com Nicki Minaj, M.I.A. e Britney Spears”.

Outras críticas da parceria foram:

The Guardian, que classificou a canção como a mais forte entre todos os duetos, com “uma batida frenética que está em algum lugar entre o baile funk e o kuduro angolano”.

O tabloide The Sun, também britânico, apontou a colaboração como “o momento mais divertido do álbum – uma celebração latina de como mover seu corpo e festejar”, dando destaque ao final da canção como “totalmente eufórica”.

O americano Chicago Sun Times não enxergou as parcerias com Anitta, Quavo, Swae Lee e Maluma com bons olhos. “Parece mais uma checklist do que o brilho de uma parceria”, escreveu o veículo. “Os resultados são bons, mas entediantes.”

Tratando-se de Madonna, acho que criticar não será legal; uma vez que são raras as parcerias entre cantores brasileiros e grandes nomes da música mundial. Anitta, inclusive, usou a parceria em sua Kisses Internacional Tour e foi sucesso.

Mais uma vez, Madonna enxerga, como o olho de Thundera, além do tempo.


                


https://mega.nz/folder/f5kF0KRB#FyqJCUlRYoNsK75om7rdaA

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

8 de outubro de 2021, uma sexta-feira muito esperada!

 


Após uma espera de um ano e meio, finalmente é lançado o registro documental da "Madame X Tour", itinerância da cantora Madonna por teatros para promover o seu último álbum de estúdio, "Madame X".

Adorei o registro do show! Temos uma Madonna que interage, dança dentro de seus limites, canta(a voz dela parece que está mais bonita, talvez por estar mais grave ainda) e que entrega em quase duas horas muita performance, arte e drama em uma edição que beira algo pronto para o teatro. A escolha por lugares menores, em detrimento aos estádios, foi outro ponto onde ganhamos em todos os sentidos. O registro de "Batuka" ficou muito lindo. Outro ponto forte foi a música Frozen com as imagens da filha dançando! A Madonna fica atrás do telão e Lola fica então na frente dela e por isso aquela sensação de algo mesclado. É algo mais ou menos como Devil na S&S, só que com um telão melhor, pela tecnologia do tempo.

O que não gostei só foi de ter cortado Saudade e Crave e também da edição de Vogue, com uma mistura de 4 shows diferentes, conforme pode-se ver pelos penteados, além disso não valorizar a performance dela, como de fato era ao vivo. Isso tanto em Vogue, quanto em God Control. Talvez por nos shows gravados ela estivesse mais parada, por conta dos problemas no joelho, então o recurso pode ter sido para disfarçar um pouco isso.

Amei o bloco em que ela canta Crazy, ficou realmente muito bonito! Certamente foi o show mais político da Madonna, mostrando que ainda é uma cantora muito antenada aos acontecimentos mundiais. Creio que isso se deve ao fato de Madonna realmente voltou a ousar e se deixar influenciar totalmente pelo país aonde estava e isso funcionou bem em algumas canções e em outras não, mas o resultado geral é muito bacana e confessional. Voltando ao show... Madame X Tour é uma obra de arte única em meio a shows pop sem conceitos e cheios de mais do mesmo. VIVA A RAINHA DO POP! VIVA MADONNA! VIVA O MUNDO MADAMEX!






Aqui temos um arquivo duplo com o áudio do show e o Studio Version. 






https://www.4shared.com/folder/u446NjzO/Madamex_Studio_Version.html

Como dito na resenha acima, é um pack de uma era maravilhosa. Uma era criativa! De brinde, criamos uma Promo Tour para Madamex.



segunda-feira, 27 de setembro de 2021

"I Don't Search I Find" a número 50

 


A Rainha do Pop alcança seu recorde, marco 50º no. 1 na parada de músicas de Dance Club da Billboard, com "I Don't Search I Find" e acabou de quebrar dois novos recordes nas paradas da Billboard:

- Primeira artista a marcar 50 #1's em qualquer parada da Billboard
- A primeira artista a ter marcado pelo menos um Nº1 em músicas de Club em cinco décadas separadas

Com 50 No. 1s em Dance Club Songs, que mede relatórios enviados por uma amostra nacional de DJs de clubes (e que foi lançada como uma pesquisa nacional na edição da Billboard datada de 28 de agosto de 1976), Madonna supera a vice-campeã Rihanna, que tem entalhado 33 No. 1s. Beyoncé e Janet Jackson seguem com 22 e 20 líderes, respectivamente.


Com a coroação, Madonna torna-se adicionalmente a primeira artista a ter pontuado pelo menos um no. 1 em Músicas de Dance Club em cinco décadas separadas, tendo registrado nove na década de 1980, 13 nos anos 90, 18 na década de 2000, nove na ' 10s e, agora, um (até agora) nos anos 20.